Golaço de Pape Gueye, no prolongamento, deu o título aos senegaleses em Marrocos, ante a seleção anfitriã. Brahim Díaz falhou penálti à Panenka aos 90+22m, no lance que podia ter dado novo título aos marroquinos 50 anos depois.
O impensável aconteceu na CAN. Os jogadores do Senegal abandonaram o relvado aos 90’+12 depois do árbitro ter assinalado um penálti contra aquela seleção, no decorrer da final frente a Marrocos.
Depois de largos minutos no relvado, com muitas conversas paralelas entre jogadores, equipas técnicas e equipa de arbitragem, o treinador do Senegal, Pape Thiaw, chamou a equipa até ao túnel de acesso aos balneários.
O momento da polémica aconteceu aos 90’+8, quando o árbitro foi chamado pelo VAR para rever um lance no interior da grande área do Senegal a envolver Malick Diouf e Brahim Díaz. No decorrer da jogada, que ocorreu na marcação de um pontapé de canto, Diouf parece puxar Brahim Díaz, tirando-o do lance. Ao ver as imagens no monitor, o árbitro não hesitou e apontou para a marca dos 11 metros.
O que se gerou no relvado nos (largos) momentos que se seguiram foi uma enorme confusão, com jogadores das duas equipas em trocas acesas de palavras, inclusive com o árbitro, que mostrou cartões amarelos a Ismaila Sarr e ao próprio Diouf.
Ao fim de alguns minutos, o Senegal acabou por regressar ao relvado e Brahim Díaz… desperdiçou o penálti. O jogador do Real Madrid tentou enganar Mendy com um panenka, mas o guardião… adivinhou.







