MEC garante existência no país de reservas alimentares suficientes para mais três meses


O Ministério Comércio garante a existência no país de reservas alimentares suficientes para mais três meses sem necessidade de novas importações. A garantia foi avançada hoje, em Luanda, pelo presidente da Associação de Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola (ECODIMA), Raul Mateus, no final de um encontro com o Ministério do Comércio.

Em declarações ao Jornal de Angola à saída do encontro de auscultação do Ministério com os operadores económicos, Raul Mateus fez saber que a reserva alimentar interna satisfaz e é complementada pela produção nacional, auto-suficiente nas áreas de tubérculos, frutas, ovos e hortícolas.  

Por outro lado, disse também que a produção de farinha trigo cobre mais de 90 por cento das necessidades, enquanto a de açúcar 60. No sector industrial, a produção também é satisfatória com uma representatividade a rondar os 90 por cento na área de lacticínios, refrigerantes, água e cervejas.

Além destes elementos, Raul Mateus comunicou ainda que chegou ao país navios com matéria-prima para as indústrias de farinha e fuba de milho.
“É preciso reforçar e melhorar o sistema administrativo para facilitar algumas aquisições, a fim de que não tenhamos problemas depois dos três meses garantidos”, apelou.

Com estas condições garantidas, o presidente da ECODIMA, Raul Mateus tranquiliza sobre eventuais défices no sector alimentar e que os cidadãos não têm que se alarmar, porque as superfícies comercias e as centrais logísticas têm produtos suficientes para prevenir o actual momento que se vive nos mercados por causa do Covd-19.

“A população deve manter a calma quanto à aquisição de produtos, porquanto caso aconteça muito fluxo de pessoas nos estabelecimentos comerciais poderá haver facilitação da contaminação do coronavirus”, rebateu.

Jornal de Angola