Geraldo agita mercado africano


Depois do Al Ahly ter anunciado a não continuidade do internacional angolano no Cairo, a imprensa tunisina aponta o interesse do Etoile du Sahel. O site tunisino GnetNews, citando como fonte o canal ON Time Sports, o porta-voz do Etoile Sportive du Sahel, Kaïs Achour já disse que o clube do leste tunisino nunca pretendeu recrutar Geraldo.

Recentemente o jogador foi dado como reforço dos Sul-africanos do Mamelodi Sundowns.

Em Angola onde representou o 1º de Agosto, também é apontado como estando de regresso ao clube das Forças Armadas. O Jornal de Angola revelou domingo que o clube está focado na preparação da próxima época, sem colocar de parte a possibilidade de fazer regressar Geraldo, caso o Al Ahly do Egipto abra mão, em definitivo, dos préstimos do avançado.

De acordo ainda com a fonte, a  renovação de contrato do técnico suíço René Weiler inviabiliza a continuidade do futebolista angolano no colosso egípcio, por alegada falta de empatia. O regresso ao Coritiba, no Brasil, é a primeira escolha do canhoto flanqueador, já abordado pelos militares do Rio Seco, que acenam com um ambicioso projecto de conquista do topo em África.


Para convencer Geraldo, 28 anos, a voltar a vestir a camisola rubra e negra, a direcção encabeçada por Carlos Hendrick da Silva conta com o lateral esquerdo Paizo, amigo do avançado, cuja cedência aos tetra-campeões do Girabola está fora das cogitações do Al Ahly. Sabe-se que o jogador passou a viver uma relação distanciada com o actual treinador do "papão" de títulos no continente. A folha salarial torna o futebolista um activo inalcançável para muitos clubes africanos, porque em caso de empréstimo o Al Ahly opta pela partilha de custos, facto que leva o canhoto a preferir a saída em definitivo, num acordo de redução dos encargos contratuais do clube. A permanência no plantel é hipótese remota.