Câmaras termograficas vão determinar temperatura dos viajantes


A empresa chinesa de tecnologias de informação, CEIEC, que assumiu a responsabilidade da construção e apetrechamento tecnológico do Centro Integrado de Segurança Pública, (CISP) entregou, ao Ministério do Interior,  material de biossegurança e tecnológico, no âmbito das relações existentes entre Luanda e Pequim, indica uma nota do Ministério do Interior.

Segundo o documento, nos meios recepcionados, o destaque vai para 20 mil máscaras facial, nove sistemas de câmaras termográficos (medidores de temperatura) câmaras de identificação e outros, todos avaliados em 100 milhões de kzs.

Os  meios recepcionados serão distribuídos e instalados no CISP, aeroporto internacional 4 de Fevereiro e outras unidades orgânicas do MININT, de acordo a necessidade de cada uma.

As câmaras de captação de imagens  têm a funcionalidade de medir a temperatura corporal, identificar o cidadão, verificar que tipo de meios de biossegurança  possui, bem como emitir alertas de segurança pública.

"Deste modo, todos os cidadãos que entrarem e saírem do aeroporto internacional 4 de Fevereiro poderão ser monitorizados, no que concerne a sua condição de saúde, por meio da medicação da temperatura corporal", conclui.

 Estiveram presentes na cerimónia de entrega, alguns membros do Conselho Consultivo do MININT, da Comunidade Chinesa em Angola e da Empresa CEIEC, China National Electronics Import & Export Corporation.

A empresa chinesa foi responsável pela construção do Centro Nacional de Produção e Controlo do Bilhete de Identidade, inaugurado pelo Presidente da República em finais do ano passado. O complexo, com capacidade para a emissão de cerca de 20 mil documentos por dia, situa-se na Centralidade do Kilamba, na província de Luanda, custou US$243 milhões e tem uma área de 12 mil metros quadrados.

Recentemente, o Jornal de Angola referiu que a CEIEC venceu também o contrato para implementação do sistema de registo civil angolano.