O LIDE Angola – Grupo de Líderes Empresariais (unidade aberta em 2013) – anunciou, esta semana, o fim das suas actividades, na sequência do término do vínculo institucional com o LIDE Brasil, entidade de matriz e fundadora da rede internacional LIDE.
Segundo o seu presidente executivo, Filipe Lemos, o processo que conduziu ao encerramento da unidade angolana teve origem na mudança do modelo de relacionamento entre o LIDE Brasil e as suas representações internacionais, ao adoptar o modelo de franchising (franquia), uma alteração que, no actual contexto macroeconómico angolano, é inviável para a continuidade da operação local.
Filipe Lemos, citado numa nota oficial, diz que apesar de um longo período de negociações, “não foi possível chegar a um entendimento que assegurasse a manutenção da unidade angolana nos novos termos propostos, pelo que as partes decidiram, assim, pôr termo ao vínculo institucional”.
Entretanto, o LIDE Brasil tem mantido contactos com outras entidades e/ou pessoas, ao abrigo do princípio da autonomia da vontade, com vista à eventual abertura de uma nova franquia LIDE em Angola, iniciativa que não guarda qualquer relação com a unidade LIDE Angola criada em 2013.
A nota avança ainda que, em respeito às normas de utilização da marca, o encerramento do LIDE Angola produz efeitos imediatos, implicando igualmente a desactivação de todos os canais e plataformas digitais geridos por esta unidade.
“A direcção do LIDE Angola agradece a todos os membros, parceiros e instituições que, ao longo dos últimos anos, contribuíram para a afirmação e o prestígio da iniciativa no país”, conclui a nota.







